Banca corporativa: O futuro é digital
A digitalização na banca corporativa está ao rubro, uma mudança que foi enormemente acelerada pelos desafios da pandemia. Agora, mais do que nunca, os bancos estão a inovar intensamente para criar ofertas mais eficazes e eficientes. No Santander CIB, estamos numa posição privilegiada nesse sentido. A digitalização tem sido um pilar fundamental das nossas políticas para o futuro há vários anos, e a nossa vasta experiência e soluções de vanguarda permitem-nos satisfazer a procura e apresentar novas soluções aos nossos clientes de forma rápida e dinâmica.
Eficiência, segurança e moedas digitais são algumas das principais tendências que impulsionam a digitalização na banca corporativa, e o Santander CIB está empenhado em liderar a resposta do mercado a estas tendências. Temos equipas dedicadas a identificar tendências e futuras fontes de procura, bem como a produzir soluções digitais inovadoras e líderes de mercado, personalizadas para as necessidades dos nossos clientes, como o nosso motor de consultoria com IA, desenvolvido para apoiar profissionais de investimento, o Kairos, ou o Santander Cash Nexus, que oferece serviços integrados de transações para tesoureiros empresariais.
Eficiência e Velocidade
Grande parte da procura global pela digitalização deve-se ao desejo de eficiência. Os clientes empresariais procuram soluções que se integrem facilmente nos seus processos e sistemas existentes, sem comprometer a eficiência. Os processos de integração de novos clientes necessitarão de ser simplificados, e a escolha do prestador de serviços poderá basear-se na facilidade de utilização. À medida que as empresas procuram a monitorização em tempo real do fluxo de caixa, a otimização do fundo de maneio e a flexibilidade para responder a mudanças rápidas no panorama macroeconómico, as soluções inteligentes e eficientes serão vitais.
Exemplo disso é o Echeq, um novo sistema de pagamentos digitais implementado pelo Santander CIB na Argentina para simplificar a emissão, o endosso, o depósito e a circulação de pagamentos digitais. Em 2020, o Banco Central definiu que todos os clientes deveriam poder realizar pagamentos digitais através de plataformas online.
Segurança
Ligada a isto, há uma segunda tendência: a segurança. Com o aumento do volume de transações digitais, há uma maior probabilidade de violações de segurança, bem como de desafios regulatórios. Isto deve ser equilibrado com o desejo de conveniência, e os bancos precisam de ser inteligentes ao trilhar este caminho, encontrando uma forma de combinar ambos numa solução integrada.
Tecnologias financeiras como o reconhecimento facial, a automatização e os cheques digitais, como o Echeq do Santander, estão a facilitar a partilha e a autenticação segura de informação. Muitos bancos já utilizam a IA ou a aprendizagem automática para prevenir e detetar problemas de segurança.
Moedas Digitais e Criptomoedas
Uma pesquisa recente do BIS sugere que 60% dos bancos centrais estão a considerar a Moeda Digital do Banco Central (CBDC) e 14% estão a realizar testes piloto ativamente. Os governos estão a desenvolver infraestruturas de pagamentos como parte da política industrial para controlar os fluxos monetários e possuir plataformas digitais e de dados, e estão a começar a considerar fortemente as criptomoedas como parte destas estratégias. Numa sessão recente do Santander CIB Talks, o nosso responsável de Ativos Digitais, John Whelan, falou sobre como os títulos digitais, o dinheiro digital e as criptomoedas irão constituir uma parte significativa do setor financeiro no futuro e a importância de lá chegar de forma controlada e com riscos minimizados. É importante destacar que os bancos precisam de pensar de forma inovadora sobre quais as classes de ativos que podem ser digitalizadas e devem ouvir as ideias dos seus clientes nesse sentido para satisfazer a procura.
Assim sendo, os fornecedores de serviços financeiros devem estar preparados para trabalhar com moedas digitais e oferecer serviços baseados em criptomoedas, bem como garantir que possuem a infraestrutura necessária para as gerir de forma eficiente e segura. Soluções como a blockchain e a tecnologia de registo distribuído (DLT) podem oferecer novas oportunidades, desde transações financeiras a contratos automatizados. Este ano, o Santander trabalhou na emissão do primeiro título digital público em blockchain do BEI, no valor de 100 milhões de euros, outro exemplo de como as tecnologias em evolução se estão a infiltrar no setor bancário empresarial.
Pode ler mais sobre o trabalho pioneiro do Santander na implementação de blockchain nos seus serviços para melhorar o serviço ao cliente e a eficiência aqui.